EDUCAÇÃO NOS DIAS DE HOJE

Ed. Física do Instituto Pio XI: Espirito de Equipe Leva ao Sucesso

 

Ao matricularem um filho numa boa escola, os pais, normalmente, preocupam-se com os conteúdos que exploram a intelectualidade na sala de aula, em vez de também pensarem no desenvolvimento da sociabilização, no combate à obesidade, no controle de vários males oriundos de uma vida repleta de conforto e vazia de atividades que privilegiem o corpo; claro está que o aspecto intelectual é inquestionavelmente fundamental para que, no futuro, os alunos se tornem candidatos, universitários, servidores públicos, profissionais liberais, magistrados, oficiais, entre outros.

Indubitavelmente, o futuro das pessoas está atrelado à saúde física, embora nem todos valorizem esse aspecto, bastante responsável pelo bom desempenho de nosso cotidiano.  Não é segredo para ninguém o quanto as crianças da “Geração Internet” desconhecem muitas atividades que faziam de seus antecessores pessoas mais felizes, criativas, dinâmicas, bem dispostas,  as quais  desconheciam o desânimo matinal, a pouca vontade, o desinteresse, a preguiça de viver.

E a Educação Física, disciplina obrigatória nas escolas de Ensino Fundamental e de Ensino Médio, busca resgatar o tempo perdido com jogos digitais, sites de relacionamentos, mostrando que o relacionamento numa quadra é muito mais sedutor e saudável do que passar horas diante de um teclado. Claro está que os profissionais de Educação Física não desprezam nem ignoram o grande valor advindo com a Informática, mas veem, com tristeza, que hoje muitas crianças ganham tablets em lugar de bolas.

Infelizmente, bastantes pessoas acreditam, ainda hoje, que as aulas de Educação Física são apenas um momento de lazer e de desconcentração nas escolas. E, por isso, não dão a importância devida a essa que é uma disciplina essencial ao currículo escolar, por ser uma das grandes responsáveis pelo desenvolvimento motor das crianças. Além disso, através de tais aulas, pode-se trabalhar e desenvolver o espírito de equipe, a descoberta de superação dos próprios limites, sendo elas capazes de tornar esses futuros cidadãos conquistadores de muitas vitórias, quer pessoais, quer coletivas.

E como conquistar uma vitória com a capacidade do trabalho em equipe? Na competição da vida diária, existe uma tendência à valorização da face individual do sucesso. Pouco se fala do trabalho de uma coletividade para que, muitas vezes, somente um chegue ao reconhecimento evidenciado por uma medalha ou uma premiação.

 Existem algumas modalidades esportivas que retratam esse cenário, que é social, e também presente no mundo corporativo. No futebol, por exemplo, os jogadores que fazem os gols são atletas muito valorizados por todos.
Quem não conhece Pelé, Neymar ou Messi? Mas, e quanto a outros esportes, como o basquete, por exemplo?

Michael Jordan, um dos maiores atletas do basquetebol de todos os tempos, após ganhar seis títulos da NBA, campeonato americano de basquetebol, afirma que “havia um entendimento quanto ao papel que cada um dos 12 jogadores desempenhavam, conhecíamos nossas responsabilidades e habilidades. Quando pisávamos a quadra, sabíamos do que éramos capazes. Em situações de pressão, os jogadores pareciam se conectar uns aos outros, como um conjunto coeso. É por essa razão que conseguíamos vencer tantas disputas apertadas. Foi por isso que conseguimos derrotar equipes mais talentosas.” Isso quer dizer que o grande sucesso desse esporte é o espírito de equipe; não vale o individualismo de quem segura a bola, quem a arremessa para cesta  ou para longe do adversário. O segredo é o do círculo: todos têm importância equiparada
Muitos vencedores no esporte e na vida dizem que ao projetar e alcançar resultados em equipe, as recompensas individuais serão fruto da doação incondicional.

Diz Michael Jordan: “prefiro contar com cinco jogadores menos talentosos, porém dispostos a fazer coisas juntos do que com cinco que se consideram astros e não se mostram dispostos a se sacrificar em prol do conjunto”. Se você pode fazer algo dar certo em equipe, faça dar certo com a equipe! Atualmente, o esporte é praticado por mais de 300 milhões de pessoas no mundo inteiro, nos mais de 170 países filiados à FIBA (Federação Internacional de Basquete).

Esse é um dos pontos a se cumprir com o profissional da Educação Física. Todos sabemos o valor que os esportes, de um modo geral, têm na vida de jovens e crianças. Muitos são os futuros cestinhas, artilheiros, armadores, ginastas, técnicos do Brasil que frequentam, atualmente, nossos bancos escolares. E cabe ao profissional que lida com os esportes descobri-los, orientá-los, caminhar com eles. Todos desejam aos seus educandos um futuro promissor, como o de Oscar Schimidt, Bernardinho, Diego Hypolito, Giovane, Marta, Magic Paula, César Cielo, entre tantos outros.

Mas isso se torna verdadeiramente possível se a sociedade, em especial, os familiares reconhecerem que a nossa equipe – professores e família – são o grande referencial e a mola-mestra para que as equipes dos nossos futuros medalhistas cheguem ao pódio.

                                                       Regina Ditta
Professora de Educação Física do Instituto Pio XI
Pós-graduada em Desporto Escolar


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